terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

O ANTICRISTO CHEGOU!


O Governo do Anticristo - Nova Ordem Mundial.

Apocalipse 13
E vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

Por muito tempo  o capítulo 13 de do livro de apocalipse foi estudado como sendo uma simples repetição do capítulo 7 do livro de Daniel.  Urias Smith,  foi o pioneiro que escreveu sobre o assunto. Ele traçou  um paralelo entre os dois capítulos e  os comparou a seguir com os capítulos 12 e 17 do livro de Apocalipse. Sua interpretação foi considerada perfeita durante muito tempo,  mas como  a  revelação de Deus é progressiva, a cada geração a luz da palavra de Deus tem aumentado.Hoje ,  vivendo no tempo final, possuímos um entendimento maior dos fatos ocorridos no passado,  e podemos ampliar a visão que eles tiveram, pois para  muitos detalhes que ainda estavam no futuro os pioneiros não tiveram respostas satisfatórias.  Resumindo:  o que eles sabiam e estudavam,  não estava  errado, pois era a verdade presente para aquela época,   mas muitos detalhes ficaram sem a correta interpretação porque os eventos deveriam acontecer num futuro ainda distante do tempo em que viviam.

“Ninguém deve pretender ter toda a luz que há  para os filhos de Deus. O Senhor não tolerará isso. Ele disse “ Eis que diante de ti pus uma porta aberta que ninguém pode fechar”. Mesmo que todos os nossos dirigentes recusem a luz e a verdade,  essa porta ainda continuará aberta. O Senhor suscitará homens que darão ao povo a mensagem para este tempo.” TM 107 EGW.

 DEVEMOS EXAMINAR OS CAPÍTULOS 12,  13  E 17 SEPARADAMENTE.

Eles se parecem? Sim se parecem. Mas não  falam do mesmo  período. Falam do mesmo poder em épocas diferentes.  Não devemos dar interpretação conjunta. Se o fizermos  acabaremos concluindo a mesma coisa que os pioneiros de nossa igreja.

Agora pense em Guilherme Miller. Ele foi um fiel Batista toda sua vida. Morreu na igreja Batista aguardando a volta de Jesus.Importante,  ele nunca se tornou Adventista.  Ele estudou e interpretou corretamente todos os detalhes da profecia das 2300 e manhãs. Corretamente  achou a data que iniciava o tempo,  mas  na sua euforia por ter  encontrado tão preciosa verdade,  ele não se atentou para o pequeno detalhe,  o fechamento da profecia. Ele simplesmente usou a interpretação  comum na época de que a terra era o  santuário de Deus! Preço do  seu “pequeno” erro: o grande desapontamento de 1844!

O que fez Urias Smith?  Ele estudou Daniel e escreveu um livro, Daniel  and  Revelation,  Mas lendo seu livro encontraremos  pequenos detalhes que escapou a sua percepção,  pois vivia no século XIX e muitos eventos importantes ainda estavam no futuro. 

Citaremos logo a seguir, o que o levou a concluir que os capítulos 12,13 e 17 deviam ser interpretados  de acordo com Daniel 7.Foi um erro do mesmo tipo que foi cometido por Guilherme Miller. Isso não invalida seu livro, são apenas alguns detalhes que necessitam ser revistos, porque  Deus hoje, tem com certeza mais luz para seu povo,   e ainda continuará usando os  escritos de Urias Smith para alcançar aqueles que não conseguirão entender uma luz maior.

URIAS SMITH E A INTERPRETAÇÃO DOS PIONEIROS.

Estudando o livro de Daniel,  Urias Smith  concluiu em seu livro  e os pioneiros,  inclusive EGW, concordaram, que o Daniel é um livro em paralelismo. O que isto quer dizer?  Bem,  se você  ler este livro  verá que a profecia do capítulo 2, cobre o mesmo período do capítulo 7   8 e 11e 12.  Eles são escritos usando símbolos diferentes,  mas que  representam o mesmo período da história.













Se você ler o capítulo 7 de Daniel verá que  o sonho de Daniel, o animal terrível e espantoso,  se assemelha muito com a besta do capítulo 13 de Apocalipse.  Se assemelha,  mas não são  iguais.  

Viram as semelhanças?  Realmente dá para pensar que é o mesmo período e a mesma profecia!  Urias Smith usou o raciocínio  lógico,  fez uma interpretação por estas  semelhanças,  sigamos o seu raciocínio:

  • - O livro de Daniel é um paralelismo profético.
  • - O capítulo 7 a ponta pequena se refere ao poder Católico Romano, 
  • - O líder desta igreja  se coloca em lugar de Deus
  • - Este foi o poder que   perseguiu os santos na idade média.
  • - O animal do capítulo 13 de Apocalipse tem semelhança aos 4 animais  do capítulo 7.
  • - Os poderes que possui são os mesmos poderes do animal do capítulo   7 de Daniel.

LOGO:
  • - O capítulo 13  fala do poder católico Romano,  e da sua dominação durante 1260 anos.


E foi mais além. Pois   descobriu que havia existiam semelhanças entre outros dois capítulos o 12 e o 17 assim todos foram classificados como a mesma profecia  cumprindo-se no mesmo tempo.


O Dragão,  do capítulo 12  que a bíblia diz que é Satanás,  passa a ser visto como o poder papal,  que Satanás usou poderosamente na idade média.   Não se conclui coisas sobre o que está escrito claramente na bíblia. Este “pequeno” erro gerou outros,  pois os autores na ânsia de manter a interpretação simultânea dos capítulos 12, 13 e 17 acabaram se dividindo entre si,  e é talvez por isso,  que hoje encontramos livros que possuem interpretações totalmente diferentes uma das outras. Entendeu como os erros são cometidos? Pequenos  erros levam a grandes decepções!  

Vamos entender alguns pontos desta interpretação mais claramente:

Ora se  compararmos o capítulo 13 com o capítulo 7 de Daniel  concluiremos que o poder a que se referem é o Católico Romano. Não há como negar este fato. Devemos no entanto entender que a bíblia fala do poder papal até a volta de Jesus,  assim apesar de tratar–se do mesmo poder,  com certeza trata de tempos diferentes porque o Apocalipse não é uma repetição,  não existe paralelismo no livro como existe em Daniel,  e sim uma sequência. Se no capítulo 12 na história do Dragão e da mulher, assistimos a fúria do Dragão durante 3 anos e meio, 1260 anos, o capítulo a seguir conta a história da trajetória papal até a volta de Jesus.
 Veja bem: há algumas diferenças pequenas mais importantes entre os capítulos 12, 13, 17 de Apocalipse. 
  • O capítulo 12 fala de um dragão vermelho e diz que ele é Satanás
  • O capítulo 13 fala de uma besta que tem aparência de Leão,  Urso, e Leopardo.
  • o capítulo 17 fala de uma besta vermelha.
  • No capítulo 12 o dragão tem sete cabeças coroadas e dez chifres
  • No capítulo 13 a besta tem sete cabeças e dez chifres coroados
  • no capítulo 17 a besta tem sete cabeças e dez chifres ,  ambos sem coroa.
  • O Dragão persegue a mulher  desde antes de Jesus nascer
  • A primeira Besta  é retratada perseguindo os santos e sendo adorada por todos no futuro.
  • A besta do capitulo 17 esta numa época em que a igreja já está embriagada com o sangue dos fiés mortos na idade média. 
Assim podemos ver que os períodos são diferentes,  mesmo que estejam falando do mesmo poder.

Agora passemos a examinar as interpretações mais conhecidas sobre  os chifres e cabeças que  estes capítulos citam:
Cabeças seriam:

  • Sequência dos Reinos que dominaram o mundo e perseguiram o povo de Deus a partir do Dilúvio1-:Egito, 2- Assiria,3- Babilônia,4- Media-Pérsia, 5-Grécia,  6 Roma Pagã e 7-Roma papal.
  •  Sequência dos Reinos a partir da interpretação de Daniel :1-Babilônia,2- Medo-Persia,  3-Grécia,4- Roma Pagã,  5-Roma que era, 6- Roma que não é , 7-    Roma que será. 
  • As sete formas de governo que atuaram nas sete colinas de Roma que são1.Realeza  (753 aC).2.Consulado  ( 510 aC).3.Ditadura   (500 aC)4.Triunvirato  (493 aC).5.Decenvirato  (450 aC).6.Império  (30 aC).7.Papado  (538 AD - ).
  • O sete últimos papas: 1- Pio XI,  2- Pio XII - 3- João XXIII, 4- Paulo VI, 5-João Paulo II, 6-João Paulo II, 7 Bento XVI.

Os Chifres seriam:

Os dez chifres de Apocalipse , são os mesmos de Daniel 7:7, isto é, os dez reinos que saíram do Império Romano para 3 destas teorias,  somente a última admite outra interpretação. Vejamos para a primeira:
  • 1. Saxões, 2. Francos, 3. Germanos, 4. Burgundos, 5. Lombardos, 6. Suevos, 7. Visigodos, 8. Vândalos, 9. Hérulos, 10. Ostrogodos.

Para a segunda:
  • Os dez chifres são os dez governantes dos seguintes blocos econômicos:
Para a última:

            1.  ALCA;   2. APEC,  3. ASEAN,  4. CARICOM,  5. CEI, 6.  MERCOSUL,  7. NAFTA,     8. PACTO ANDINO,9.SADC, 10. UNIÃO EUROPÉIA .


NOSSA CONCLUSÃO
A luz de Deus é progressiva,  e está na hora de aceitarmos que os diversos autores  estão vendo apenas um lado da interpretação.Toda a luz que receberam deve ser estudada e classificada em uma ordem,  a fim de não se perder nenhum detalhe. Assim quem disse que a sequência de reinos começa no Egito, está correto,  só que sua sequência só se aplica ao Dragão  do capítulo 12,  pois neste capítulo é que os chifres são coroados. O animal do capítulo 7 de Daniel é o poder que Satanás usa durante dos 3 anos e meio, 1260 anos,  para perseguir os fiés ele vem  após o reino de Roma,  sendo portanto a última cabeça do Dragão do capítulo 12.

A Cabeças em profecias pode ser montes ou reis,  assim as cabeças da Besta do capítulo 13 são os montes que circundam Roma,  e os Chifres  são os Reis da Europa, onde Roma dominou durante a idade média, portanto os 10 dedos da estátua do sonho de Nabucodonozor, Daniel 2. Não podemos  interpretar suas cabeças como sendo reinos a partir de Babilônia, pois a cabeça não existe antes do animal.

Assim sendo o Capítulo 13 é a história da igreja Catolica.  O Capítulo inicia explicando que ela vem depois dos reinos  do passsado e guarda algumas coisas que eles praticavam, fala que ela perde o poder, é ferida,    volta a recebê-lo e que depois disso toda terra se maravilha após a ela,   que toda terra irá adorá-la,  e por conseguinte adorarão a Satanás pois é ele quem dá autoridade a Besta.

Os pioneiros explicaram este capítulo  dizendo que o cumprimento desta profecia, ocorre quando o papa  é levado preso pelo General Bertier e morre na prisão. Ali em 1798 a cabeça recebe sua ferida, o seu poder é diminuído e  em 1870 perde totalmente o poder temporal,  deixa de ser um estado,  no período da unificação iitaliana Garibaldi toma os estados papais. A restauração do seu poder ocorre em 1929 com a assinatura do tratado de Latrão por Mussolini. 

As profecias possuem muitas vezes duplo significado,  ou se cumprem mais de uma vez.

Você se lembra do que nos estudamos logo no início? Dissemos que as profecias podem ser aplicadas por mais de uma vez. Assim sem desconsiderar a aplicação feita por nossos pioneiros,  podemos aplicar também este  mesmo capítulo a partir do  papa João paulo II que foi ferido de morte,  sobreviveu e após  sua recuperação ganhou  mais prestígio do que tinha antes. Se fizermos    esta aplicação veremos que até mesmo o número de seu nome se encaixa melhor,  veja  a seguir:
Somente mais um lembrete. Não é a primeira vez que encontramos na Bíblia um mesmo símbolo com mais de uma interpretação:

A destruição de Jerusalém - Mateus 24 - serviu para o início do primeiro século e o Espírito de Profecia diz (Grande Conflito, capítulo um) que ainda terá outro cumprimento;

As Sete igrejas - Apocalipse 2 e 3 - a primeira aplicação é  para a época de João e encaixaram-se por toda a história do cristianismo;

O derramamento do Espírito Santo - Joel 2:28 – foi usada para a época do Pentecostes (chuva temporã) e se refere também ao derramamento do ES  para os últimos  dias (chuva serôdia). O Grande Conflito confirma na pág. 7;

Vamos então embasar a idéia da besta representar além de um poder ou reino, uma pessoa.
Para tanto, analisemos, três características marcantes da besta.

•      1º) Apocalipse 13:17 diz que o número da besta é o número “do seu NOME” (grifo nosso). Ora, quem tem um NOME é um INDIVÍDUO, uma PESSOA.

•      Não queremos dizer que os títulos que somam 666 (Vicarivs Filii Dei, Dux Cleris, entre outros) não se encaixem na profecia, apesar de que,  alguns já tem se levantado contra esta interpretação,  (leia o artigo que colocamos  a seguir “Desbestificando a besta” e vai entender melhor o que estou falando), mas sim, que ela nos parece mostrar que a besta pode ser encarada também de forma individual, simbolizando um homem (João Paulo II).

•      2º) O versículo 18, do mesmo capítulo 13 de Apocalipse diz que “o número da besta é o número DE UM HOMEM” (grifo nosso), isto quer dizer um ser humano individual. Existem algumas versões nas quais encontramos a expressão “número de homem”, ao invés de “número de um homem”, o que, ao nosso ver, não contradiz de forma alguma a ideia central de que a besta seria também um ser humano.

•      Para não restar dúvidas quanto a isso, recorremos novamente a linguagem bíblica original, o grego. Neste versículo a palavra usada é “anthropos”, que segundo o dicionário “Léxico do Novo Testamento, grego-português”, pág. 24, significa “ser humano”, “pessoa”.
•       
•      Relembramos que, para mostrar João Paulo II como sendo a própria besta, usamos, de maneira resumida, o raciocínio: Apoc. 13:17 e 18 diz que a besta é um homem que tem um nome. Ora, ocorre que a principal característica da besta e que justamente mais chama a atenção nela, que é o número da besta, o 666, está sendo esquecido? Não, meu irmão, pelo contrário, e agora PASME:
•       
•      O nome - JOÃO PAULO II - soma exatamente, repetimos, EXATAMENTE, SEM TIRAR NEM POR: SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS - 666. Este é o nome oficial segundo o Vaticano:

Ioannes Paulus PP. II” – Para cada letra correspondente em Algarismo Romano ao seu nome em latim, faça a substituição e comprove (para as demais letras atribua “zero”):

•      “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta...”. (Apoc.13:18)
•       
•      JOÃO PAULO SEGUNDO É A PRÓPRIA BESTA!

•      4º) O latim é, senão o único, um dos poucos idiomas em que realmente a letra vale um número, e vice-versa, os próprios números são letras (I-1, V-5, X-10, L-50, C-100, D-500, M-1000). Nos de-mais sistemas gráficos, como o nosso, por exemplo, podemos até tentar atribuir valores às letras, mas sempre de maneira convencionada, nunca natural, pois nossas letras não valem números (“A”, naturalmente, não é “1”, nem “2”, nem “10”; “B”, naturalmente, não é “4”, nem “50”, nem “1000” , e assim também se dá com as demais letras).


•      5º) A Bíblia “desafia” em Apocalipse 13:18 aquele que tem entendimento e pede para CALCULAR o número da besta. Cálculo é uma propriedade da matemática, ou seja, o número não estaria explícito, mas sim, seria necessário usar uma de suas operações, neste caso, a soma.
Encaixemos agora as informações que acabamos de analizar sobre a besta. Perceba como fica lógico.
 
•      “É um Homem” 13:18
•      “Que tem um Nome” 13;17
•      “Que Calculado”13:18
•      “Dá: 666”13:18
Agora vamos voltar a profecia  e reler com o pensamento voltado  de que ela fala de João Paulo II.

No final do capítulo 12 o profeta vê que quando o poder temporal da igreja catolica está no fim  o Dragão  se prepara para perseguir  o restante dos descendentes da mulher, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus.

 Vê que ele está de pé sobre a areia do mar,  posso imaginá-lo em pé com os olhos no mar pois sabe que a igreja recuperaria seu poder novamente (1929). E ela surge,  com as mesmas características do animal de Daniel 7 e o dragão  agora mais do que nunca a usará para conquistar seus objeticos.

Ele vê então que uma cabeça e golpeada de morte,  o papa João Paulo II e toda a terra se maravilha com ele. Ele recebe autoridade para agir 42 meses,  1260 dias. 3 anos e meio literais! Vão adorá-lo todos os que  não forem selados,  ele age contra os santos, persegue os fiéis de Deus !

Como isso pode acontecer se ele já morreu?

Calma... eu não acredito que ele ressuscitará,  nem que nenhum anjo o personificará,  muito menos de que ele esteja vivo ainda. Mas a profecia é clara que de alguma forma,  ele,  retornará, pense no legado deste homem e veja se de alguma forma não está presente na vida de todos.

Mas lembre-se,  o apocalipse 13 fala de outro poder. Ao entender este segundo poder,  com certeza você conseguirá entender nosso raciocínio.

OBSERVAÇÃO


Hoje existem várias interpretações para estes capítulos do Apocalipse. O  interessante é notar que não importa a interpretação que você siga,  não importa qual seja a sua linha de pensamento, HOJE estamos vivendo o final da interpretação profética.  Deixa-me explicar melhor:  Se você acredita como Urias Smith,  estaremos vivendo no último reino ( a última cabeça) do Dragão,  da Besta do capítulo 13 e 17.  Se acredita nas interpretação  contemporâneas,  onde  as interpretações  das cabeças são aceitas como  os papas atuais,  você também estará vivendo no tempo da última  cabeça.  Se aceita que os dez reis são os dez reinos europeus,  estará vivendo  no tempo deles,  se acha que são dez poderes,  presidentes, ou  representantes de países do mundo,  ou os dez mercados comuns do mundo,  também estará vivendo no tempo deles.

Aqui nosso objetivo não é entrar em discussão quem está certo na interpretação,  pois acreditando que a luz de Deus é progressiva,  nós temos que  aceitar que todas as interpretações anteriores estavam corretas,  mas que  quanto mais antigas sejam as interpretações,  mas  desprovidas de detalhes serão. Com essas conclusões em mente vamos resumir  o capítulo 13 de Apocalipse.

Observação para os nosso amigos Católicos Romanos:

Aos nossos amigos e irmãos Católicos,  quero dizer que Deus tem uma só igreja aqui na terra,  e a igreja de Deus  é espiritual,  um povo  que através dos tempos procura fazer a vontade de Deus.

A Bíblia não fala de igrejas ,  a bíblia fala especificamente da igreja católica porque foi a igreja que Jesus deixou aqui na terra. Isso mesmo.  Aos poucos a igreja Católica permitiu que várias heresias tomassem conta da doutrina pura que ela possuía e isso fez com que ela se corrompesse,  Lutero tentou mudar isso. Sua reforma foi rejeitada,  e a partir dai houve uma divisão,  separação cada vez maior entre aqueles que teriam sido chamados para ser o povo de Deus.

A igreja Católica portanto é a igreja primeira que Jesus deixou  na terra,  e é nela que é encontrado inúmeras pessoas  a quem ele chama MEU POVO  no momento final deste mundo. Assim  ninguém está condenado pelo fato de ser membro da igreja Católica,  mas  no momento final  ele precisa ouvir o chamado de Deus dizendo,  sai dela povo meu! Apoc. 18:4.

                                                        

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A MULHER E O DRAGÃO




O SONHO DE LÚCIFER- O GOVERNO MUNDIAL  

                                                                                                               









APOCALIPSE 12 









E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.


E estando grávida, gritava com as dores do parto, sofrendo tormentos para dar à luz.


Viu-se também outro sinal no céu: eis um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas;


a sua cauda levava após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que estava para dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe devorasse o filho.


E deu à luz um filho, um varão que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.


E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.






Então houve guerra no céu: Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão. E o dragão e os seus anjos batalhavam,


mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou no céu.






E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, que se chama o Diabo e Satanás, que engana todo o mundo; foi precipitado na terra, e os seus anjos foram precipitados com ele.


Então, ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e o poder, e o reino do nosso Deus, e a autoridade do seu Cristo; porque já foi lançado fora o acusador de nossos irmãos, o qual diante do nosso Deus os acusava dia e noite.


E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até a morte.


Pelo que alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do mar! porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta.


Quando o dragão se viu precipitado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão.




E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.



E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para fazer que ela fosse arrebatada pela corrente.



A terra, porém acudiu à mulher; e a terra abriu a boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.


E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra aos demais filhos dela, os que guardam os mandamentos de Deus, e mantêm o testemunho de Jesus.


E o dragão parou sobre a areia do mar. 


Apocalipse 12:1-18



O Capítulo 12 de Apocalipse relata a história do pecado desde  seu início com  Satanás.  Vamos então recapitular esta história.

Imagine  o mundo  antes do dilúvio. Imagine homens perfeitos inteligentes numa terra que,  apesar do pecado,  havia recentemente saído das mãos do criador. A bíblia é muito resumida  quando o assunto é este. Os três primeiros capítulos fala de Adão e o pecado original.  Do quarto até ao sexto assistimos a corrupção da raça humana  e o  dilúvio.  Desse modo,  3 capítulos somente relatam sobre tudo o que aconteceu  em  quase dois mil anos!

COMO TUDO COMEÇOU

Tudo o que Satanás  queria e quer desde o princípio é reinar. Ele tentou usurpar o trono de Deus no céu,   perdeu a batalha,  veio para a terra,  e assim que conquistou  o planeta,  ao fazer o homem pecar,  voltou-se para  destruir qualquer possibilidade de   resgate  deste planeta,  plano este, que ouvira  da própria boca de Deus. Um descendente viria,  ele  mataria a serpente no final.

Um descendente teria que vir de uma mulher,  teria que nascer,  ora,   se não  houvesse ninguém disponível a   ser mãe deste resgatador  esta possibilidade teria sido destruída.   Os homens viviam muito tempo,  eram inteligentes e fortes,  Satanás tinha em seu poder uma espécie que podia se reproduzir,  qual o problema se morressem um dia? Seus filhos e netos os substituiriam. Ele  reinaria para sempre. 

Antes do dilúvio,  Satanás conseguiu ter um governo único pois  a terra tinha uma só linguagem,  um só governo.  A bíblia somente diz que os homens eram maus e TODO pensamento, todo designio  de seu coração era mau. Pode imaginar isso? A bíblia nos conta que os filhos dos homens  casaram com as filhas de Deus.  Nós não sabemos quem seriam esses filhos dos homens,  mas vamos  crer conforme EGW diz,  que sejam eles  os  descendentes de Caim que  misturaram-se  com as filhas  de sete e de todos os que queriam seguir a Deus.  Pode ser que os pais não dessem suas filhas  de livre  e expontânea vontade,   podem ter sido raptadas,  forçadas,  mas o que importa e que elas  perdiam sua fé,  e seus filhos eram criados por homens maus .

Essa mistura fez com que nascessem homens fortes e belos,  gigantes na terra.  Como viviam muito seu conhecimento era passado de geração em geração. Assim vivendo 930 anos  Adão certamente conheceu o bisavô de Noé.  Certamente que o  avô de Noé ou mesmo seu pai,  tivesse sido contemporâneo de Sete.

O conhecimento  era passado em primeira mão e era cumulativo. Já pensou se Einstein  ou Leonardo da Vinci fossem vivos hoje.Ou Louis Pasteur e outros tantos homens de ciência que  criaram modernidades e descobriram coisas que hoje são usadas em outros ramos da ciência.

Agora imagine esse conhecimento cumulativo,  num só país de homens maus organizados em sociedade  com um único objetivo: acabar com os homens que servissem a Deus. Com certeza não haveria nenhuma “Maria” para ser mãe do prometido quando chegasse o tempo.
 Uma só linguagem,  um só governo. Um governo mundial. Deus afogou esse sonho de Satanás no dilúvio,  mas cerca de 300 anos  depois ele já está de novo com um governo mundial delineado na figura de Ninrode um grande caçador, que reinou  desde Babel e cujo nome encontramos   até   nos achados arqueológicos  da Índia. Este homem resolveu fazer uma torre que chegasse até o céu. Desobedientes  não queriam se  espalhar  a terra,  duvidavam da possibilidade de não  haver mais dilúvio. Era melhor fazerem um local seguro e bem alto,   para que da próxima vez que Deus se zangasse  pudessem escapar.

Ali Deus  pois um basta no Governo Mundial de Satanás.  Espalhou os homens,   confundiu sua linguagem,  deu a Satanás muitas nações más, desunidas.

Desde então Satanás tenta  fazer um governo mundial,  mas para isso tem usado a força de uma nação contra a outra.. Esta é a história do capítulo 12. A história do Grande Conflito e das tentativas de Satanás,  o dragão de implantar este reino.

A MULHER COMO A IGREJA.

Todo tempo do velho testamento a mulher está grávida. Ela está grávida pois a promessa de um herdeiro que viria se cumpriria no futuro. Veste-se do sol da justiça que é Jesus,  tem a lua  debaixo dos pés,  a lua reflete a luz do Sol,  assim como a igreja reflete a luz de Jesus, As estrelas,  doze ao todo,  são os apóstolos  no novo testamento e são os filhos de Israel, as doze tribos,  no velho testamento.  A mulher representa a igreja de Deus  desde o princípio deste mundo.

O Dragão é Satanás. Ele não pode ser a igreja católica porque durante o período da gravidez da mulher, ele  já existe,  e além disso o próprio capítulo diz que ele ,  o Dragão,  se chama Diabo e Satanás. Ele se coloca  em frente a mulher pois não quer que o filho dela nasça e  venha a reinar.

As cabeças  são os vários reinos,  desde o dilúvio, Satanás usou nações na tentativa de dominando outras nações menores pudesse novamente formar um reino mundial. O Chifres foram os reis que foram usados por Satanás para conseguir o seu objetivo.

EGITO - A PRIMEIRA CABEÇA E O PRIMEIRO CHIFRE


 A primeira nação foi o  Egito,  veja um mapa  a expansão territorial Egipcia.
Na pessoa do Faraó que mandou  matar todos os filhos ( sexo masculino)  dos escravos  dos hebreus,  podemos perceber a tentativa de Satanás de destruir a possibilidade do nascimento do Messias. Sim porque se o povo de Israel, de  onde viria o escolhido,  tivessem todos os seus meninos mortos,  as mulheres hebreias casariam com homens de outras nações e a linhagem  do messias estaria destruída.

ASSIRIA- A SEGUNDA CABEÇA E O SEGUNDO CHIFRE

A segunda tentativa de  um reino mundial foi através do império Assirio. Era a segunda cabeça. Na pessoa do rei Sargão II, e seu general Senaqueribe,  que após levar cativa as 10 tribos de Israel, e os espalhado e misturado com outras nações,  intentou fazer o mesmo com o povo de Judá. Deus o impediu. Se tivessem conseguido  haveria uma mistura do povo de Israel e a linhagem do Messias estaria perdida.


BABILÔNIA- A TERCEIRA CABEÇA E O TERCEIRO CHIFRE
A terceira cabeça  foi com certeza foi Babilônia. Nabucodonozor seu rei  levou cativo os  filhos de Judá  e muitos deles se aculturaram  e não mais deixaram a  Babilônia. Totalmente compreensível a reação  destes se pensarmos que é difícil sair de um local civilizado,  uma grande cidade,  para morar em lugares afastados e sem muitos recursos,  neste caso a Judéia.  Reconstruir Jerusalém não deve ter sido uma tarefa fácil.  Nabucodonosor foi o terceiro chifre.  Já notaram quantas vezes esse rei foi advertido pelo céu e mesmo assim foi  rebelde?


MEDO-PERSA- A QUARTA CABEÇA E O QUARTO CHIFRE
O império Medo-Persa, formaram a quarta  cabeça,   no início   os reis foram favoráveis ao povo de Israel,  o chifre perseguidor surgiu  no entanto,  quando  Hamã , o conselheiro do rei Assuero  governava,  ele que odiava o povo hebreu,  intentou destruí-los.  Foi a Rainha Hebréia Ester que salvou o povo.


GRÉCIA -  QUINTA CABEÇA E O QUINTO CHIFRE
A Grécia foi a quinta cabeça. E podemos considerar Antioco Epinanes a Chifre perseguidor. Ele proibiu a guarda do sabado,  a circuncisão e profanou o templo.  Até seu reinado os judeus   possuiam liberdade religiosa,  com o fim desta liberdade houve a revolta dos macabeus e muitos pereceram nela.


ROMA- A SEXTA CABEÇA E O SEXTO CHIFRE
Roma que reinava com cetro de ferro também perseguiu o povo de Deus. O Dragão usou o império  Romano para perseguir  os Cristãos. Lembre-se que o povo de Deus foi o povo de Israel até a vinda de Jesus,  depois disto são os Cristãos o povo de Deus, todo aquele que aceita a Jesus como filho de Deus.  A maior perseguição  foi pelo imperador Diocleciano,  citada na igreja de Esmirna como 10 anos de perseguição.Esta é a sexta cabeça e seu chifre perseguidor.

Como  vêem,  o Dragão,  Satanás,  usa de todosos modos para perseguir  o povo de Deus.  Suas cabeças são os reinos mundiais que  tentou implantar. Seus designios foram frustrados, Deus  no livro de Daniel adverte que não haveria outro reino após o Roma. Satanás no entanto tenta estabelecer um outro tipo de reino.Ele quer novamente um reino mundial assim através do domínio da religião ele consegue por 1260 anos  dominar os povos  da Europa.


ROMA PAPAL - A SÉTIMA CABEÇA 
Com a igreja católica,  um reino sem fronteiras de paises,  ele perseguiu a igreja de Deus de maneira  terrível. Podemos enumerar os quatro  chifres finais,  e as  maiores perseguições da igreja conta o povo de Deus.





A  OITAVO CHIFRE





O poder perseguidor sobre os Valdenses  e Albigenses






 Mas dentre os que resistiram ao cerco cada vez mais apertado do poder papal, os valdensesocuparam posição preeminente. A falsidade e corrupção papal encontraram a mais decidida resistência na própria terra em que o papa fixara a sede. Durante séculos as igrejas do Piemonte mantiveram-se independentes; mas afinal chegou o tempo em que Roma insistiu em submetê-las. Depois de lutas inúteis contra a tirania, os dirigentes destas igrejas reconheceram relutantemente a supremacia do poder a que o mundo todo parecia render homenagem. Alguns houve, entretanto, que se recusaram a ceder à autoridade do papa ou do prelado. Estavam decididos a manter sua fidelidade a Deus, e preservar a pureza e simplicidade de fé. Houve separação. Os que se apegaram à antiga fé, retiraram-se; alguns, abandonando os Alpes nativos, alçaram a bandeira da verdade em terras estrangeiras; outros se retraíram para os vales afastados e fortalezas das montanhas, e ali preservaram a liberdade de culto a Deus.  EGW GC pag 64 

As perseguições desencadeadas durante muitos séculos sobre este povo temente a Deus, foram por ele suportadas com uma paciência e constância que honravam seu Redentor. Apesar das cruzadas contra eles e da desumana carnificina a que foram sujeitos, continuavam a mandar seus missionários a espalhar a preciosa verdade. Eram perseguidos até à morte; contudo, seu sangue regava a semente lançada, e esta não deixou de produzir fruto. Assim os valdenses testemunharam de Deus, séculos antes do nascimento de Lutero. Dispersos em muitos países, plantaram a semente da Reforma que se iniciou no tempo de Wycliffe, cresceu larga e profundamente nos dias de Lutero, e deve ser levada avante até ao final do tempo por aqueles que também estão dispostos a sofrer todas as coisas pela "Palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo". Apoc. 1:9. egw gc 75

O NONO  CHIFRE

                                       Rei Fernão de Aragão e Isabel de Castela
O poder perseguidor Jesuita,  os tribunais de Santa Inquisição. Vejamos o que diza Wikipedia sobre o assunto:

 A ideia da criação da Inquisição surgiu em 1183, quando delegados enviados pelo Papa averiguaram a crença dos cátaros de Albi, sul de França, também conhecidos como "albigenses".

A Inquisição espanhola é, entre as demais inquisições, a mais famosa porque mais marcante na lembrança. David Landes, por exemplo, relata-nos: "A perseguição levou a uma interminável caça à bruxa, completa com denunciantes pagos, vizinhos bisbilhoteiros e uma racista "limpieza de sangre". Judeus conversos eram apanhados por intrigas e vestígios de prática mosaica: recusa de porco, toalhas lavadas à sexta-feira, uma prece escutada à soslaia, freqüência irregular à igreja, uma palavra mal ponderada. A higiene em si era uma causa de suspeita e tomar banho era visto como uma prova de apostasia para marranos e muçulmanos. A frase "o acusado era conhecido por tomar banho" é uma frase comum nos registros da Inquisição. Sujidade herdada: as pessoas limpas não têm de se lavar. Em tudo isto, os espanhóis e portugueses rebaixaram-se. A intolerância pode prejudicar o perseguidor (ainda) mais do que a vítima.
Foi apoiadaa pelo Rei Fernão de Aragão e Isabel de Castella, este foi o  último reduto da inquisição na Europa. Milhares de protestantes e judeus ( Cristãos novos),  morreram. 




Não temos intensão de dogmatizar,  apenas exemplificamos o que podem ter sido os chifres,  já que a cabeça são os reinos que os sustentam, assim,  os poderes perseguidores  destes reinos  são  aqui colocados como os chifres.  Elegi as três grandes tragédias na perseguição Cristã,  fique à vontade em discordar e colocar outras perseguições como maiores do que esta.

 O DECIMO CHIFRE- 

A nova ordem Mundial e o poder Opressor do Anticristo no Armagedom.



Segundo entendo haverá a última tentativa de Satanás para governar este mundo,  a última obra será feita quando for colocado o Reino Mundial outra vez. Será o Armagedom,  a última grande Guerra,  A batalha Final. 

Sobre isso iremos falar mais especificamente em outro capítulo. Deveremos entender antes as forças coligadas no final e a Nova Ordem Mundial. 












domingo, 27 de dezembro de 2009

AS DUAS TESTEMUNHAS


As duas testemunhas


O capítulo 11 do livro do Apocalipse com certeza é um dos mais difíceis de serem compreendidos. Ele nos conta a visão de duas testemunhas do tempo do fim.

Apocalipse 11
1 E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.
2 E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.
3 ¶ E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.
4 Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.
5 E, se alguém lhes quiser fazer mal, fogo sairá da sua boca, e devorará os seus inimigos; e, se alguém lhes quiser fazer mal, importa que assim seja morto.
6 Estes têm poder para fechar o céu, para que não chova, nos dias da sua profecia; e têm poder sobre as águas para convertê-las em sangue, e para ferir a terra com toda a sorte de pragas, todas quantas vezes quiserem.
7 E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.
8 E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o seu Senhor também foi crucificado.
9 E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.
10 E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.
11 E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.
12 E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.
13 E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.
14 ¶ É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá.


Analisaremos agora as duas testemunhas que aparecem na visão de João no capítulo 11 do livro de Apocalipse.

Quem são, qual o papel delas na história final é o objetivo de nosso estudo agora. Primeiro vamos analisar algumas conclusões mais conhecidas, que algumas pessoas já chegaram a respeito delas.

Vejam a comparação que fazemos com o que está escrito sobre elas em Apoc 11 e as interpretações existentes mais aceitas, vamos colocá-las separadamente para ver qual das propostas para que você possa decidir qual das interpretações  encaixa melhor. Vamos numerá-las e colocaremos as conclusões a respeito delas. Compare a proposta 1 com todas as conclusões com o mesmo número e assim por sucessivamente.

1- As duas testemunhas são a bíblia – o VT e o NT.

2- As duas testemunhas são Elias e Moisés

3- As duas testemunhas são dois grupos de pessoas a serem conhecidos no tempo do fim.

Profetizam por 1260 dias vestidas de saco.
1- A biblia “profetizou” durante os 1260 anos de dominação papal.
2- Os dois virão profetizar no momento final.
3- Dois grupos no tempo final estariam profetizando durante tres anos e meio literais no tempo final

Estão de pé diante do Senhor
1- A biblia esteve “de pé” durante toda a dominação católica.
2- Elias e Moisés estiveram e estariam de novo de pé diante do Senhor.
3- Dois grupos estariam "de pé" do tempo da tribulação final.

Sai fogo de sua boca e devora os inimigos
1- Somente acontece no sentido figurado.
2- Aconteceu no passado e voltaria a acontecer no final
3- Dois grupos cheios do Espírito Santo ( fogo espiritua) testemunhando no final.

Quem causar-lhes dano deve morrer
1- Pessoas contrárias a bíblia foram derrotadas
2- Morreram pessoas contrárias a Moisés e Elias,
3- Na tribulação morrerão os que se levantarem contra elas

Autoridade para fechar o céu para não chover
1- Como livro a biblia conta histórias de pessoas que assim o fizeram.
2- Elias e Moisés no passado tiveram este poder e segundo pensam, voltariam a ter novamente.
3- Cheios do Espírito Santo esse grupo tem essa autoridade na época da tribulação para fazerem sinais e prodígios em nome de Jesus.

Tem autoridade para converter água em sangue e autoridade para ferir a terra com flagelos
1- Conta as histórias de pessoas que assim o fizeram
2- Elias e Moisés tinham esta autoridade.
3- No tempo final as duas testemunhas pelo poder o Espírito Santo voltarão a ter este poder e autoridade.

Seu testemunho terminam no fim de 1260 dias
1- A bíblia não terminou o testemunho em 1798
2- Elias e Moisés teriam que testemunhar somente 3 anos e meio no futuro.
3- Os dois grupos testemunham tres anos e meio literais e morrem muitos no final.

A besta que sobe do abismo vai vencê-las e matá-las
1- Satanás através do ateísmo quis terminar com a palavra de Deus.
2- Elias e Moisés morreriam no final de 3 anos e meio, isto significa que Elias que não passou pela morte então iria morrer, e Moisés que morreu e foi ressuscitado, voltaria a esta terra para morrer.
3-Morrem pessoas de dois grupos  de testemunhas distintas no final.

Seus cadaveres não serão enterradas
1- Compara a bíblia como sendo enterrada figuradamente por 3 anos e meio durante a Revolução Francesa.
2- Elias e Moisés além de serem mortos ficariam insepultos por tres dias e meio literais.
3- Dois grupos de testemunhas mortos numa carnificina em algum lugar específico, ficam insepultos tres dias e meio literais no final do tempo  de perseguição.

Ficaram na cidade onde foi cruficado Jesus , que espiritualmente se chama Sodoma e Egito
1- Quem aceita que as duas testemunhas são o VT e o NT aceita também a explicação que a cidade é no sentido figurado Paris, na França onde foi colocada durante a Revolução uma prostituta como a deusa da razão.
2- Os que aceitam Moisés e Elias dizem que serão mortos em Jerusalém literal, que estará espiritualmente como Sodoma e Egito.
3- A bíblia diz que é a cidade onde Jesus foi crucificado, sendo portanto Jerusalém, seriam Judeus convertidos na última hora um dos grupos  de fiés, (conforme Rom 11) que morreriam nesta cidade que espiritualmente estaria como Sodoma e Egito
? afinal eles seriam parte da grande multidão de conversos da última hora? 
Os inimigos ficam felizes com o acontecido
1- Os que não criam em Deus ficaram felizes com a queima das bíblias na Revolução Francesa.
2- Não temos interpretação de como isto aconteceria já que estando no céu atualmente os dois teriam que morrer...
3- Mártires da última hora, ao serem mortos, trariam muita contentamento  para todas as pessoas que os fizeram morrer.

Elas são profetas
1- A biblia contém profecias dos profetas mas não é ungida, nem é profeta.
2- Foram profetas ungidos.
3- Seriam profetas ungidos do Senhor, profetizando para a última geração.

Elas ressuscitam depois de 3 dias e meio
1- Os que defendem ser a bíblia, afirmam que a ressureição foi com o estabelecimento de sociedades bíblicas.
2- Moisés ressuscitou, Elias não. No futuro ambos morreriam e seriam ressuscitados.
3- As duas testemunhas ressuscitariam na ressureição especial, como profetiza Daniel 12: 1-3

Todos ficam com medo
1- A ressureição da biblia pela sociedade bíblica não causou medo em ninguém.
2- A ressureição de Moisés no passado  tembém não, e se  acontecesse  no futuro   não sabemos o que aconteceria
3- Na época da ressureição especial a porta da graça terá fechado, os ímpios apavorados irão pedir para que as rochas caiam sobre eles.

Ouvem uma voz dizendo “sobe para aqui” e sobem para o céu numa nuvem aos olhos dos inimigos que as contemplam 
1- O sobe para aqui seria a grande importância dada para a bíblia após a Revolução, é o livro mais vendido no mundo.
2- Moisés e Elias?
3- Na ressureição especial estes justos glorificados assistirão “de camarote” o desfecho da história mundial.

Há um grande terremoto na cidade
1- Não há notícia de que tenha havido um grande terremoto atingindo Paris após o estabelecimento das casas publicadoras bíblicas.
2- Moisés e Elias?
3- Um terremoto atinge a cidade( Jerusalém?) e morrem 7 mil pessoas.


Minha conclusão:
Como vocês viram, é praticamente impossível comparar as duas testemunhas como sendo Moisés e Elias literalmente. Eles estão no céus e não creio que Deus os enviaria para terra no momento final para serem mortos.


Comparar com a bíblia, VT e NT é difícil mas figuradamente,  usando a interpretação histórica,  poderíamos fazer isto em alguns aspectos. Em outros aspectos  como no caso do terremoto que atinge a cidade, e a ressureição das testemunhas,  fica muito a desejar.Concordo que possa ser uma das interpretações ,  a primeira,  seguindo a linha histórica,  mas a última  parece ser mais coerente.


Acredito que estas duas testemunham tenham além do sentido figurado ( VT e NT) e  uma interpretação literal que se cumprirá plenamente,  nos tres anos e meio literais, da perseguição final. Ou seja, poderiam ser  o VT e o NT,  mas  a interpretação última, de que elas  seriam dois grupos distintos que estariam profetizando no final, sobre o dominio da besta parece melhor . Quem viver verá.

Acredito que a Grande multidão será composta por pessoas de todas as denominações e que com ela estarão judeus convertidos, dos quais Jesus, antes de sua vinda, tirará a véu que os impede de entender que Ele é o Messias. Poderiam estes serem  um grande grupo que estariam testemunhando a favor do sábado e poderiam realmente morrerem em Jerusalém a cidade que Jesus foi crucificado. Só o tempo dirá. 

Mas o mais importante no entanto é saber que na época final da perseguição, durante tres anos e meio, as testemunhas completarão o número dos martires que seriam mortos , porque de alguma maneira dariam um testemunho diferenciado neste tempo, mas sua morte não seria o fim pois logo voltariam a vida glorificados,  na ressureição especial.