terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

DESBESTIFICANDO A BESTA- ARTIGO ESCLARECEDOR




A Saga Adventista da Coroa Papal



Por Samuele Bacchiocci, PH.D., Professor aposentado de Teologia e História da Igreja na Universidade Andrews.



Há algumas semanas atrás eu recebi várias mensagens e telefonemas de irmãos que expressaram seu profundo desapontamento a respeito da nova interpretação simbólica do número da besta - o 666 - apresentada em informativos anteriores. Eles acreditam que a identificação tradicional do 666 com o título dos papas “Vicarius Filli Dei” – Vigário do Filho de Deus, é correta porque este título está inscrito na coroa papal, e o valor numérico de suas letras somam 666.

Eles rejeitam qualquer prova em contrário, mesmo se as razões apresentadas na Lição da Escola Sabatina de 1º a 7 de junho de 2002, forem muito convincentes. Eles vêem o abandono da interpretação tradicional como traição aos ensinos da Igreja Adventista. Obviamente eles ignoram que a interpretação do número da besta, jamais foi um ensino oficial da Igreja Adventista. Resumidamente, veremos que, em várias ocasiões, a Conferência Geral tem desencorajado semelhante interpretação.

No Sábado passado um irmão levantou esta questão pertinente durante o período de perguntas e respostas do meu seminário: “Como nossa interpretação numérica sobre 666 pode estar errada se ela é claramente apresentada e defendida por Urias Smith em seu livro DANIEL E APOCALIPSE, que tem sido vendido até mesmo em tempos recentes, e nossa igreja o têm usado por mais de um século como uma fonte confiável de estudo sobre Daniel e Apocalipse? Como pôde nossa Igreja Adventista ter aceitado a interpretação de Urias Smith por tanto tempo, se ela está errada?” Esta é uma questão legítima que preocupa alguns de nossos irmãos – uma questão que merece sérias considerações.

Uma irmã me contou ao telefone que sua fé estava muito abalada pela nova interpretação simbólica sobre o número da besta. A razão que ela me deu, foi que tomou a decisão de fazer parte da Igreja Adventista na noite em que ouviu o sermão evangelístico sobre “A Marca da Besta”. Ela disse: “Quando eu aprendi que o papa é a besta de Apocalipse 13, especialmente porque o título Vicarius Filli Dei está inscrito em sua coroa somando 666, então eu me convenci que os ensinos da Igreja Adventista estavam corretos e decidi finalmente me unir à igreja”.

Descobrir que uma interpretação profética particular estava errada, poderia trazer confusão para aqueles que colocaram sua fé sobre ela. Partilho da dor daqueles que se sentem confusos ou enganados por aquilo que foram ensinados. No entanto, cobrindo os erros do passado, iremos apenas adiar a solução do problema.

As poucas reações apaixonadas contra as interpretações simbólicas de 666 me lembram o fato de que as lendas que aprisionam a imaginação popular, parecem jamais terem morrido, não importa quão ilógicas possam ser. Ao retornar de Roma, eu me lembrei de algumas lendas populares que têm se tornado parte da cultura religiosa católica.

UM EXEMPLO DA NATUREZA IMORTAL DAS LENDAS

Por exemplo, os cidadãos de Nápoles reuniam-se todos os anos no dia 19 de setembro em uma rica capela de seu santo padroeiro, São Genaro, para observarem seu sangue ressecado preservado em vidros, tornar-se em líquido semelhante ao sangue vermelho de um ser humano vivo. Os devotos de São Genaro acreditam que se seu sangue se transforma em líquido no aniversário do seu martírio em 19 de setembro, assim, a cidade continuará a gozar de sua proteção contra eventos cataclísmicos como, erupções vulcânicas do Vesúvio, inundações, terremotos, ou qualquer outra coisa que ameace suas vidas e prosperidade.

Esta lenda está profundamente enraizada na cultura religiosa popular dos Napolitanos, até quando, em 1964 O Concílio Vaticano II tentou acabar com esta celebração religiosa, tal tentativa causou um tumulto em Nápoles, tanto que o Vaticano foi forçado a desistir de sua decisão. O Vaticano se comprometeu a restringir a celebração religiosa de São Genaro apenas a Nápoles, excluindo o resto do país.

Em 1980, quando Nápoles sentiu-se vítima de um terremoto devastador, os Napolitanos não responsabilizaram seu santo padroeiro por deixar de protegê-los. Em vez disso, eles responsabilizaram o Vaticano por desacreditar o status de santidade de São Genaro. Isto serve para mostrar quão difícil é, mesmo para o Vaticano, pôr fim a uma lenda popular que não está em conformidade com seus critérios canônicos.

O que é verdadeiro para a Igreja Católica, também é verdadeiro em alguma extensão para nossa Igreja Adventista. Isso é difícil, se não impossível, arrancar pela raiz a crença popular na suposta inscrição Vicarius Filii Dei na coroa papal. Seria presunção assumir que pesquisas recentes feitas por competentes Adventistas Acadêmicos e apresentadas numa recente lição da Escola Sabatina, fossem acabar com a crença popular Adventista de que o número da besta é encontrado no título dos papas inscrito na coroa papal.

Para segurança daqueles que estão interessados em conhecer os fatos, eu irei resumir num formato de esboço básico os achados de minha pesquisa. Esta repetição poderia ajudar aqueles que não compreendem complemente aquilo que escrevi em meus informativos anteriores. Uma explanação completa de cada ponto se encontra recentemente gravado em um DVD com palestras em PowerPoint sobre a marca e o número da besta. As informações de como adquirir o Álbum em DVD se encontram no final deste informativo clicando aqui: http://biblical perspectives.com/beastAD/

Fatos Fundamentais a Respeito da Interpretação Adventista sobre o Número 666 da Besta (Apocalipse 13:18)

1) Os pioneiros adventistas identificaram a Marca da besta com a observância forçada do domingo, mas estiveram em dúvida com respeito ao significado do número da besta (666).

2) Inicialmente, alguns pioneiros adventistas, incluindo J. N. Andrews, acreditavam que o número 666 da besta era composto de aproximadamente 666 seitas protestantes que aceitaram o ensino e autoridade da Igreja Católica.

3) Urias Smith mostrou ter sido o primeiro líder adventista a mencionar Vicarius Filii Dei como uma possível interpretação do número da besta, o 666. Sua primeira proposta aparece em um editorial publicado na edição da REVIEW AND HERALD de 20 de novembro de 1866.

4) Finalmente a interpretação de Urias Smith tornou-se largamente aceita devido à influência dos seus livros Daniel e Apocalipse e Os Estados Unidos à Luz da Profecia.

5) As fontes citadas por Urias Smith para apoiar sua identificação do número da besta com o título papal Vicarius Filii Dei, é a descrição feita por duas testemunhas que declararam ter visto a inscrição na coroa papal quando estiveram em Roma. Uma declarou ter visto a inscrição na coroa papal no Museu do Vaticano e a outra testemunha disse que a viu durante a celebração da missa em comemoração à páscoa.

Ambas as descrições são duvidosas pelo fato de que as coroas não estão expostas no Museu do Vaticano, nem o papa coloca a coroa para celebrações da missa. A Tiara com três coroas de ouro tem sido usada primariamente para a coroação do papa – uma prática que não tem sido usada pelos últimos três papas, João Paulo I, João Paulo II e Bento XVI.

6) Uma significante pesquisa sobre a inscrição na coroa papal foi feita em 1905 Chas T. Everson, um missionário adventista servindo na Itália. Á pedido de vários líderes da igreja, especialmente o Professor William Prescott, um líder educador adventista, Everson conduziu uma investigação completa que providencialmente o levou para dentro do vestiário do papa, onde algumas coroas são guardadas.
Apesar desta oportunidade única para observar as coroas de tão perto, Everson ficou desapontado por não encontrar a inscrição Vicarius Filli Dei em alguma delas. Ele escreveu “Enquanto estávamos felizes em ver as brilhantes coroas, todavia ficamos desapontados em não encontrar o objeto de nossa pesquisa; pois a inscrição Vicarius Filli Dei, não foi encontrada em nenhum lugar ou escrita na coroa, como mostram claramente as fotografias em anexo”. Ele conclui seu relatório dizendo: “A fim de sermos perfeitamente corretos em nossas declarações, nós não podemos afirmar que existe uma inscrição desta natureza na coroa até o presente momento”. (Advent Review and Sabbath Herald, July 27, 1905, p. 10).
7) Uma das impressionantes fotografias da coroa papal enviadas por Everson para a Conferência Geral, foi modificada por um artista adventista que adicionou as palavras Vicarius Filli Dei na coroa de ouro. A Southern Publishing Association usou esta “doutorada” fotografia da coroa papal na edição revisada de Daniel e Apocalipse de autoria de Urias Smith. Quando confrontada com a prova incriminadora, a Conferência Geral ordenou que parassem imediatamente a impressão de qualquer cópia do livro, até que a fotografia fraudulenta fosse removida.

8) Prescott solicitou uma oportunidade para fazer uma apresentação para os oficiais da Conferência Geral. Alguns dos oficiais foram convencidos pelos argumentos de Prescott, mas outros entenderam que o assunto necessitava de estudo posterior.

9) Este episódio logo foi esquecido. Vicarius Filli Dei de Apocalipse 13:18 já se encontrava por demais adiantada para ser facilmente abandonada, e assim continuo a ser uma interpretação popular, apesar da ação tomada pela Conferência Geral.

10) Em 1935 Francis Nichols, Editor de Present Truth (Verdade Presente), publicou um artigo alegando que Vicariu Filii Dei era o título oficial do papa, inscrito na coroa papal. Pouco tempo após o aparecimento do artigo, a revista popular católica, OUR SUNDAY VISITOR (Nosso Visitante Dominical), desafiou Nichols a produzir evidências ou então parar de usar fontes desonestas e anti-católicas para fazer semelhante declaração. Nichols pediu para o professor Prescott ajudá-lo a fim de justificar a declaração, mas o professor respondeu que não existia maneira de fazer isso.

11) Eventualmente um grupo de estudo especial foi organizado pela Conferência Geral conduzida pelo irmão Howell, esperando que mais alguma informação confiável pudesse ser encontrada sobre o uso do título papal Vicarius Filii Dei. Leroy Edwin From foi enviado ao Vaticano para uma tarefa especial de pesquisa em busca de informação sobre o título do papa Vicarius Filii Dei, mas não encontrou nada significativo.

12) Em 1948, Leroy Froom, Editor da Ministry, publicou uma forte advertência contra o uso de coroas fraudulentas em encontros evangelísticos. Ele escreveu: “Em nome da verdade e honestidade este jornal protesta contra qualquer membro da Associação Ministerial da Denominação Adventista do Sétimo Dia, da qual o Ministro é parte oficial da Organização por semelhante uso. A verdade não precisa de falsificação para apoiar ou suprimir. É muito natural evitar qualquer manipulação ou duplicidade. Não podemos tentar fazer parte de uma fraude.” (The Ministry, November, 1948, p.35.)

13) As advertências dadas pela Conferência e pela Ministry não pararam a pregação e escritos sobre o título Vicarius Filii Dei, supostamente inscrito na coroa papal. A razão foi mencionada anteriormente: Lendas que aprisionam a imaginação popular, parecem que jamais morrem, não importa quão inacreditável possam ser. Isto me deu razão para crer que nenhum montante de pesquisas convincentes feitas por competentes e dedicados adventistas acadêmicos, jamais suprimirá aquilo que se tornou uma interpretação Adventista popular.

14) Recentes estudos adventistas sobre o livro de Apocalipse têm concluído que a interpretação numérica tradicional do número da besta - o 666, carecem de apoio histórico e exegético. Assim, eles têm proposto uma interpretação simbólica do número 666 sobre as bases de históricas e exegéticas considerações.

15) A Igreja Adventista do Sétimo Dia geralmente esteve bem informada a respeito da nova interpretação do número 666, o número da besta, pela Lição da Escola Sabatina de 1 a 7 de junho de 2002. A lição trata especificamente da Marca e o número da besta (Apoc. 13:16-18;14:1). O autor principal da Lição do trimestre é Angel Rodrigues, Ph. D. Ele tem servido por vários anos como Diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica da Conferência Geral.

16) A respeito do número da besta, Dr. Rodrigues escreve: "O número da besta. A marca, o nome, e o número da besta são relatados em detalhes (Apocalipse 13:17). Muitas sugestões têm sido feitas para explicar o significado de 666. Aqui devemos ser bastante cuidadosos. A Bíblia não diz o que o número da besta é a soma de valores numéricos das letras de um nome... Alguns vêem no significado do 666 como um símbolo da humanidade separada de Deus. Os seres humanos foram criados no sexto dia, e o número pode permanecer como um símbolo da humanidade sem o descanso divino ( o sétimo dia)".

Dr. Rodrigues conclui, dizendo: "Até o presente momento, o simbolismo de rebelião intensificada, o seis usado três vezes, e a total independência de Deus parece ser a melhor opção. O tempo irá revelar o completo significado do símbolo" (quinta-feira, 6 de junho de 2002).

17) O Dr. Rodrigues continua dando três razões para rejeição da interpretação tradicional de Vicarius Filii Dei. Ele escreve: "Primeiro, não está claro que este título é algo oficial. "Minha pesquisa tem mostrado que Vicarius Filii Dei tem sido usado como um dos títulos papais, mas não é o título oficial. A razão é que o papa tem muitos títulos não UM título oficial. O título mais comum é Vicarius Christi, que é similar a Vicarius Filii Dei”.

18) A segunda razão que o Dr. Rodrigues dá é que a frase "é um número humano" (v18), sugere que o número representa "seres humanos separados de Deus". Este é um ponto importante, ignorado por muitas pessoas, porque a King James Version equivocadamente escreve: "é o número de um homem" (Apoc. 13:18). A frase chave em grego se escreve: "arithmos anthropou" (Apoc. 13:18), significa "número humano". "A frase sugere que não se trata de número de um nome, mas o número representando a condição humana de rebelião contra Deus. O triplo seis sugere a tentativa determinada da besta para promover a adoração de si mesma, em lugar de Deus”.

19) A terceira ração apresentada pelo Dr. Rodrigues para a rejeição da interpretação de Vicarius Filii Dei é que o texto não especifica na linguagem que o valor numérico de letras deve ser calculado. Ele escreve: “terceiro, aqueles que insistem em contar os valores numéricos das letras se deparam com o problema de decidir que linguagem deve ser usada. Pois o texto não identifica alguma linguagem, a escolha de uma particular será um tanto quanto arbitrário.” (Sexta-feita, 7 de junho de 2002).

Esta é uma observação decisiva. É um absurdo assumir que os receptores originais do Apocalipse poderiam identificar o número 666 com o título papal Vicarius Filii Dei. Porque? Por duas razões. Primeiro, este título era desconhecido nos dias de João como ela foi criada oito séculos depois pela doação de Constantino. Segundo, a linguagem latina também era largamente desconhecida para João e seus leitores que falavam grego. Seu chamado por sabedoria para compreender o número 666 não teria qualquer sentido, se a informação necessária para o entendimento do número estivesse disponível apenas oito séculos no futuro, e se a linguagem do título estivesse alheia aos receptores do Apocalipse.

20) Minhas razões pessoais para a aceitação da interpretação simbólica do número 666 apresentado pelo Dr. Rodrigues na Lição da Escola Sabatina, estão baseadas sobre considerações principais: 1. O uso de números em Apocalipse. É a chave para compreender o significado de números no Apocalipse. Muito pouca atenção tem sido dada nos estudos Adventistas para o uso simbólico de números, especialmente nos livros proféticos de Daniel e Apocalipse. 2. A importância do número 666 na adoração pagã de Babilônia e da antiga Roma. 3. O significado simbólico de 666 na Bíblia. 4. A relação entre a marca da besta e o número da besta.

Cada um destes pontos é discutido num considerável espaço de tempo na palestra ao vivo em formato PowerPoint contidas no DVD com 200 slides. O DVD álbum inclui um arquivo em PowerPoint com 200 slides, acompanhado por um roteiro explicando-os. Qualquer pessoa interessada pode usar o material para uma apresentação pessoal. A informação de como adquirir o DVD álbum é encontrada no fim deste informativo através do clique em:

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21) Conclusão. A profecia da marca e do número da besta é crucial no Apocalipse. Ela representa a tentativa diabólica final para forçar a falsa adoração através da trindade imunda representada pelo dragão, a besta do mar e a besta da terra.

A profecia chama os crentes para reconhcer, não títulos papais, códigos de barras, ou biochips, mas a natureza global da false adoração promovida por uma variedades de agencias, incluindo o catolicismo. Como adventistas, devemos reconhecer que a falsa adoração assume diferentes formas enganadoras. Algumas vezes estas formas podem encontrar caminhos até mesmo em algumas igrejas adventstas, onde a adoração é focalizada sobre a estimulação física no lugar da elevação espiritual. Nossa melhor porteção contra o engano final de falsa adoração é o selo de Deus, manifestado na vida pelo habilitador poder do Espírito Santo em obediência aos mandamentos de Deus.

O Dr. Samuele Bacchiocchi é ex-professor de História Eclesiástica e Teologia da Universidade Andrews, de Berrien Springs, MI, EUA. Ele foi o primeiro não-católico a seguir um programa de doutoramento na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, ligada ao Vaticano e a qualidade do seu trabalho acadêmico fê-lo merecer uma medalha de honra ao mérito que recebeu de parte do Papa Paulo IV.

 

O ANTICRISTO CHEGOU!


O Governo do Anticristo - Nova Ordem Mundial.

Apocalipse 13
E vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.
E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.
E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
Se alguém tem ouvidos, ouça.
Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

Por muito tempo  o capítulo 13 de do livro de apocalipse foi estudado como sendo uma simples repetição do capítulo 7 do livro de Daniel.  Urias Smith,  foi o pioneiro que escreveu sobre o assunto. Ele traçou  um paralelo entre os dois capítulos e  os comparou a seguir com os capítulos 12 e 17 do livro de Apocalipse. Sua interpretação foi considerada perfeita durante muito tempo,  mas como  a  revelação de Deus é progressiva, a cada geração a luz da palavra de Deus tem aumentado.Hoje ,  vivendo no tempo final, possuímos um entendimento maior dos fatos ocorridos no passado,  e podemos ampliar a visão que eles tiveram, pois para  muitos detalhes que ainda estavam no futuro os pioneiros não tiveram respostas satisfatórias.  Resumindo:  o que eles sabiam e estudavam,  não estava  errado, pois era a verdade presente para aquela época,   mas muitos detalhes ficaram sem a correta interpretação porque os eventos deveriam acontecer num futuro ainda distante do tempo em que viviam.

“Ninguém deve pretender ter toda a luz que há  para os filhos de Deus. O Senhor não tolerará isso. Ele disse “ Eis que diante de ti pus uma porta aberta que ninguém pode fechar”. Mesmo que todos os nossos dirigentes recusem a luz e a verdade,  essa porta ainda continuará aberta. O Senhor suscitará homens que darão ao povo a mensagem para este tempo.” TM 107 EGW.

 DEVEMOS EXAMINAR OS CAPÍTULOS 12,  13  E 17 SEPARADAMENTE.

Eles se parecem? Sim se parecem. Mas não  falam do mesmo  período. Falam do mesmo poder em épocas diferentes.  Não devemos dar interpretação conjunta. Se o fizermos  acabaremos concluindo a mesma coisa que os pioneiros de nossa igreja.

Agora pense em Guilherme Miller. Ele foi um fiel Batista toda sua vida. Morreu na igreja Batista aguardando a volta de Jesus.Importante,  ele nunca se tornou Adventista.  Ele estudou e interpretou corretamente todos os detalhes da profecia das 2300 e manhãs. Corretamente  achou a data que iniciava o tempo,  mas  na sua euforia por ter  encontrado tão preciosa verdade,  ele não se atentou para o pequeno detalhe,  o fechamento da profecia. Ele simplesmente usou a interpretação  comum na época de que a terra era o  santuário de Deus! Preço do  seu “pequeno” erro: o grande desapontamento de 1844!

O que fez Urias Smith?  Ele estudou Daniel e escreveu um livro, Daniel  and  Revelation,  Mas lendo seu livro encontraremos  pequenos detalhes que escapou a sua percepção,  pois vivia no século XIX e muitos eventos importantes ainda estavam no futuro. 

Citaremos logo a seguir, o que o levou a concluir que os capítulos 12,13 e 17 deviam ser interpretados  de acordo com Daniel 7.Foi um erro do mesmo tipo que foi cometido por Guilherme Miller. Isso não invalida seu livro, são apenas alguns detalhes que necessitam ser revistos, porque  Deus hoje, tem com certeza mais luz para seu povo,   e ainda continuará usando os  escritos de Urias Smith para alcançar aqueles que não conseguirão entender uma luz maior.

URIAS SMITH E A INTERPRETAÇÃO DOS PIONEIROS.

Estudando o livro de Daniel,  Urias Smith  concluiu em seu livro  e os pioneiros,  inclusive EGW, concordaram, que o Daniel é um livro em paralelismo. O que isto quer dizer?  Bem,  se você  ler este livro  verá que a profecia do capítulo 2, cobre o mesmo período do capítulo 7   8 e 11e 12.  Eles são escritos usando símbolos diferentes,  mas que  representam o mesmo período da história.













Se você ler o capítulo 7 de Daniel verá que  o sonho de Daniel, o animal terrível e espantoso,  se assemelha muito com a besta do capítulo 13 de Apocalipse.  Se assemelha,  mas não são  iguais.  

Viram as semelhanças?  Realmente dá para pensar que é o mesmo período e a mesma profecia!  Urias Smith usou o raciocínio  lógico,  fez uma interpretação por estas  semelhanças,  sigamos o seu raciocínio:

  • - O livro de Daniel é um paralelismo profético.
  • - O capítulo 7 a ponta pequena se refere ao poder Católico Romano, 
  • - O líder desta igreja  se coloca em lugar de Deus
  • - Este foi o poder que   perseguiu os santos na idade média.
  • - O animal do capítulo 13 de Apocalipse tem semelhança aos 4 animais  do capítulo 7.
  • - Os poderes que possui são os mesmos poderes do animal do capítulo   7 de Daniel.

LOGO:
  • - O capítulo 13  fala do poder católico Romano,  e da sua dominação durante 1260 anos.


E foi mais além. Pois   descobriu que havia existiam semelhanças entre outros dois capítulos o 12 e o 17 assim todos foram classificados como a mesma profecia  cumprindo-se no mesmo tempo.


O Dragão,  do capítulo 12  que a bíblia diz que é Satanás,  passa a ser visto como o poder papal,  que Satanás usou poderosamente na idade média.   Não se conclui coisas sobre o que está escrito claramente na bíblia. Este “pequeno” erro gerou outros,  pois os autores na ânsia de manter a interpretação simultânea dos capítulos 12, 13 e 17 acabaram se dividindo entre si,  e é talvez por isso,  que hoje encontramos livros que possuem interpretações totalmente diferentes uma das outras. Entendeu como os erros são cometidos? Pequenos  erros levam a grandes decepções!  

Vamos entender alguns pontos desta interpretação mais claramente:

Ora se  compararmos o capítulo 13 com o capítulo 7 de Daniel  concluiremos que o poder a que se referem é o Católico Romano. Não há como negar este fato. Devemos no entanto entender que a bíblia fala do poder papal até a volta de Jesus,  assim apesar de tratar–se do mesmo poder,  com certeza trata de tempos diferentes porque o Apocalipse não é uma repetição,  não existe paralelismo no livro como existe em Daniel,  e sim uma sequência. Se no capítulo 12 na história do Dragão e da mulher, assistimos a fúria do Dragão durante 3 anos e meio, 1260 anos, o capítulo a seguir conta a história da trajetória papal até a volta de Jesus.
 Veja bem: há algumas diferenças pequenas mais importantes entre os capítulos 12, 13, 17 de Apocalipse. 
  • O capítulo 12 fala de um dragão vermelho e diz que ele é Satanás
  • O capítulo 13 fala de uma besta que tem aparência de Leão,  Urso, e Leopardo.
  • o capítulo 17 fala de uma besta vermelha.
  • No capítulo 12 o dragão tem sete cabeças coroadas e dez chifres
  • No capítulo 13 a besta tem sete cabeças e dez chifres coroados
  • no capítulo 17 a besta tem sete cabeças e dez chifres ,  ambos sem coroa.
  • O Dragão persegue a mulher  desde antes de Jesus nascer
  • A primeira Besta  é retratada perseguindo os santos e sendo adorada por todos no futuro.
  • A besta do capitulo 17 esta numa época em que a igreja já está embriagada com o sangue dos fiés mortos na idade média. 
Assim podemos ver que os períodos são diferentes,  mesmo que estejam falando do mesmo poder.

Agora passemos a examinar as interpretações mais conhecidas sobre  os chifres e cabeças que  estes capítulos citam:
Cabeças seriam:

  • Sequência dos Reinos que dominaram o mundo e perseguiram o povo de Deus a partir do Dilúvio1-:Egito, 2- Assiria,3- Babilônia,4- Media-Pérsia, 5-Grécia,  6 Roma Pagã e 7-Roma papal.
  •  Sequência dos Reinos a partir da interpretação de Daniel :1-Babilônia,2- Medo-Persia,  3-Grécia,4- Roma Pagã,  5-Roma que era, 6- Roma que não é , 7-    Roma que será. 
  • As sete formas de governo que atuaram nas sete colinas de Roma que são1.Realeza  (753 aC).2.Consulado  ( 510 aC).3.Ditadura   (500 aC)4.Triunvirato  (493 aC).5.Decenvirato  (450 aC).6.Império  (30 aC).7.Papado  (538 AD - ).
  • O sete últimos papas: 1- Pio XI,  2- Pio XII - 3- João XXIII, 4- Paulo VI, 5-João Paulo II, 6-João Paulo II, 7 Bento XVI.

Os Chifres seriam:

Os dez chifres de Apocalipse , são os mesmos de Daniel 7:7, isto é, os dez reinos que saíram do Império Romano para 3 destas teorias,  somente a última admite outra interpretação. Vejamos para a primeira:
  • 1. Saxões, 2. Francos, 3. Germanos, 4. Burgundos, 5. Lombardos, 6. Suevos, 7. Visigodos, 8. Vândalos, 9. Hérulos, 10. Ostrogodos.

Para a segunda:
  • Os dez chifres são os dez governantes dos seguintes blocos econômicos:
Para a última:

            1.  ALCA;   2. APEC,  3. ASEAN,  4. CARICOM,  5. CEI, 6.  MERCOSUL,  7. NAFTA,     8. PACTO ANDINO,9.SADC, 10. UNIÃO EUROPÉIA .


NOSSA CONCLUSÃO
A luz de Deus é progressiva,  e está na hora de aceitarmos que os diversos autores  estão vendo apenas um lado da interpretação.Toda a luz que receberam deve ser estudada e classificada em uma ordem,  a fim de não se perder nenhum detalhe. Assim quem disse que a sequência de reinos começa no Egito, está correto,  só que sua sequência só se aplica ao Dragão  do capítulo 12,  pois neste capítulo é que os chifres são coroados. O animal do capítulo 7 de Daniel é o poder que Satanás usa durante dos 3 anos e meio, 1260 anos,  para perseguir os fiés ele vem  após o reino de Roma,  sendo portanto a última cabeça do Dragão do capítulo 12.

A Cabeças em profecias pode ser montes ou reis,  assim as cabeças da Besta do capítulo 13 são os montes que circundam Roma,  e os Chifres  são os Reis da Europa, onde Roma dominou durante a idade média, portanto os 10 dedos da estátua do sonho de Nabucodonozor, Daniel 2. Não podemos  interpretar suas cabeças como sendo reinos a partir de Babilônia, pois a cabeça não existe antes do animal.

Assim sendo o Capítulo 13 é a história da igreja Catolica.  O Capítulo inicia explicando que ela vem depois dos reinos  do passsado e guarda algumas coisas que eles praticavam, fala que ela perde o poder, é ferida,    volta a recebê-lo e que depois disso toda terra se maravilha após a ela,   que toda terra irá adorá-la,  e por conseguinte adorarão a Satanás pois é ele quem dá autoridade a Besta.

Os pioneiros explicaram este capítulo  dizendo que o cumprimento desta profecia, ocorre quando o papa  é levado preso pelo General Bertier e morre na prisão. Ali em 1798 a cabeça recebe sua ferida, o seu poder é diminuído e  em 1870 perde totalmente o poder temporal,  deixa de ser um estado,  no período da unificação iitaliana Garibaldi toma os estados papais. A restauração do seu poder ocorre em 1929 com a assinatura do tratado de Latrão por Mussolini. 

As profecias possuem muitas vezes duplo significado,  ou se cumprem mais de uma vez.

Você se lembra do que nos estudamos logo no início? Dissemos que as profecias podem ser aplicadas por mais de uma vez. Assim sem desconsiderar a aplicação feita por nossos pioneiros,  podemos aplicar também este  mesmo capítulo a partir do  papa João paulo II que foi ferido de morte,  sobreviveu e após  sua recuperação ganhou  mais prestígio do que tinha antes. Se fizermos    esta aplicação veremos que até mesmo o número de seu nome se encaixa melhor,  veja  a seguir:
Somente mais um lembrete. Não é a primeira vez que encontramos na Bíblia um mesmo símbolo com mais de uma interpretação:

A destruição de Jerusalém - Mateus 24 - serviu para o início do primeiro século e o Espírito de Profecia diz (Grande Conflito, capítulo um) que ainda terá outro cumprimento;

As Sete igrejas - Apocalipse 2 e 3 - a primeira aplicação é  para a época de João e encaixaram-se por toda a história do cristianismo;

O derramamento do Espírito Santo - Joel 2:28 – foi usada para a época do Pentecostes (chuva temporã) e se refere também ao derramamento do ES  para os últimos  dias (chuva serôdia). O Grande Conflito confirma na pág. 7;

Vamos então embasar a idéia da besta representar além de um poder ou reino, uma pessoa.
Para tanto, analisemos, três características marcantes da besta.

      1º) Apocalipse 13:17 diz que o número da besta é o número “do seu NOME” (grifo nosso). Ora, quem tem um NOME é um INDIVÍDUO, uma PESSOA.

      Não queremos dizer que os títulos que somam 666 (Vicarivs Filii Dei, Dux Cleris, entre outros) não se encaixem na profecia, apesar de que,  alguns já tem se levantado contra esta interpretação,  (leia o artigo que colocamos  a seguir “Desbestificando a besta” e vai entender melhor o que estou falando), mas sim, que ela nos parece mostrar que a besta pode ser encarada também de forma individual, simbolizando um homem (João Paulo II).

      2º) O versículo 18, do mesmo capítulo 13 de Apocalipse diz que “o número da besta é o número DE UM HOMEM” (grifo nosso), isto quer dizer um ser humano individual. Existem algumas versões nas quais encontramos a expressão “número de homem”, ao invés de “número de um homem”, o que, ao nosso ver, não contradiz de forma alguma a ideia central de que a besta seria também um ser humano.

      Para não restar dúvidas quanto a isso, recorremos novamente a linguagem bíblica original, o grego. Neste versículo a palavra usada é “anthropos”, que segundo o dicionário “Léxico do Novo Testamento, grego-português”, pág. 24, significa “ser humano”, “pessoa”.
       
      Relembramos que, para mostrar João Paulo II como sendo a própria besta, usamos, de maneira resumida, o raciocínio: Apoc. 13:17 e 18 diz que a besta é um homem que tem um nome. Ora, ocorre que a principal característica da besta e que justamente mais chama a atenção nela, que é o número da besta, o 666, está sendo esquecido? Não, meu irmão, pelo contrário, e agora PASME:
       
      O nome - JOÃO PAULO II - soma exatamente, repetimos, EXATAMENTE, SEM TIRAR NEM POR: SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS - 666. Este é o nome oficial segundo o Vaticano:

Ioannes Paulus PP. II” – Para cada letra correspondente em Algarismo Romano ao seu nome em latim, faça a substituição e comprove (para as demais letras atribua “zero”):

      “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta...”. (Apoc.13:18)
       
      JOÃO PAULO SEGUNDO É A PRÓPRIA BESTA!

      4º) O latim é, senão o único, um dos poucos idiomas em que realmente a letra vale um número, e vice-versa, os próprios números são letras (I-1, V-5, X-10, L-50, C-100, D-500, M-1000). Nos de-mais sistemas gráficos, como o nosso, por exemplo, podemos até tentar atribuir valores às letras, mas sempre de maneira convencionada, nunca natural, pois nossas letras não valem números (“A”, naturalmente, não é “1”, nem “2”, nem “10”; “B”, naturalmente, não é “4”, nem “50”, nem “1000” , e assim também se dá com as demais letras).


      5º) A Bíblia “desafia” em Apocalipse 13:18 aquele que tem entendimento e pede para CALCULAR o número da besta. Cálculo é uma propriedade da matemática, ou seja, o número não estaria explícito, mas sim, seria necessário usar uma de suas operações, neste caso, a soma.
Encaixemos agora as informações que acabamos de analizar sobre a besta. Perceba como fica lógico.
 
      “É um Homem” 13:18
      “Que tem um Nome” 13;17
      “Que Calculado”13:18
      “Dá: 666”13:18
Agora vamos voltar a profecia  e reler com o pensamento voltado  de que ela fala de João Paulo II.

No final do capítulo 12 o profeta vê que quando o poder temporal da igreja catolica está no fim  o Dragão  se prepara para perseguir  o restante dos descendentes da mulher, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus.

 Vê que ele está de pé sobre a areia do mar,  posso imaginá-lo em pé com os olhos no mar pois sabe que a igreja recuperaria seu poder novamente (1929). E ela surge,  com as mesmas características do animal de Daniel 7 e o dragão  agora mais do que nunca a usará para conquistar seus objeticos.

Ele vê então que uma cabeça e golpeada de morte,  o papa João Paulo II e toda a terra se maravilha com ele. Ele recebe autoridade para agir 42 meses,  1260 dias. 3 anos e meio literais! Vão adorá-lo todos os que  não forem selados,  ele age contra os santos, persegue os fiéis de Deus !

Como isso pode acontecer se ele já morreu?

Calma... eu não acredito que ele ressuscitará,  nem que nenhum anjo o personificará,  muito menos de que ele esteja vivo ainda. Mas a profecia é clara que de alguma forma,  ele,  retornará, pense no legado deste homem e veja se de alguma forma não está presente na vida de todos.

Mas lembre-se,  o apocalipse 13 fala de outro poder. Ao entender este segundo poder,  com certeza você conseguirá entender nosso raciocínio.

OBSERVAÇÃO


Hoje existem várias interpretações para estes capítulos do Apocalipse. O  interessante é notar que não importa a interpretação que você siga,  não importa qual seja a sua linha de pensamento, HOJE estamos vivendo o final da interpretação profética.  Deixa-me explicar melhor:  Se você acredita como Urias Smith,  estaremos vivendo no último reino ( a última cabeça) do Dragão,  da Besta do capítulo 13 e 17.  Se acredita nas interpretação  contemporâneas,  onde  as interpretações  das cabeças são aceitas como  os papas atuais,  você também estará vivendo no tempo da última  cabeça.  Se aceita que os dez reis são os dez reinos europeus,  estará vivendo  no tempo deles,  se acha que são dez poderes,  presidentes, ou  representantes de países do mundo,  ou os dez mercados comuns do mundo,  também estará vivendo no tempo deles.

Aqui nosso objetivo não é entrar em discussão quem está certo na interpretação,  pois acreditando que a luz de Deus é progressiva,  nós temos que  aceitar que todas as interpretações anteriores estavam corretas,  mas que  quanto mais antigas sejam as interpretações,  mas  desprovidas de detalhes serão. Com essas conclusões em mente vamos resumir  o capítulo 13 de Apocalipse.

Observação para os nosso amigos Católicos Romanos:

Aos nossos amigos e irmãos Católicos,  quero dizer que Deus tem uma só igreja aqui na terra,  e a igreja de Deus  é espiritual,  um povo  que através dos tempos procura fazer a vontade de Deus.

A Bíblia não fala de igrejas ,  a bíblia fala especificamente da igreja católica porque foi a igreja que Jesus deixou aqui na terra. Isso mesmo.  Aos poucos a igreja Católica permitiu que várias heresias tomassem conta da doutrina pura que ela possuía e isso fez com que ela se corrompesse,  Lutero tentou mudar isso. Sua reforma foi rejeitada,  e a partir dai houve uma divisão,  separação cada vez maior entre aqueles que teriam sido chamados para ser o povo de Deus.

A igreja Católica portanto é a igreja primeira que Jesus deixou  na terra,  e é nela que é encontrado inúmeras pessoas  a quem ele chama MEU POVO  no momento final deste mundo. Assim  ninguém está condenado pelo fato de ser membro da igreja Católica,  mas  no momento final  ele precisa ouvir o chamado de Deus dizendo,  sai dela povo meu! Apoc. 18:4.